O agronegócio brasileiro caminha para encerrar 2024 com um novo recorde histórico de exportações, estimadas em US$ 170 bilhões. O resultado deve ser alcançado mesmo diante das tarifas adicionais impostas por alguns países, que não foram suficientes para reduzir a competitividade dos produtos nacionais.
Soja, carnes e milho seguem como os principais impulsionadores da balança comercial, sustentados pela forte demanda internacional e pela elevada eficiência produtiva do setor. A diversificação dos destinos também contribuiu para o desempenho: o Brasil ampliou sua presença em mercados da Ásia e do Oriente Médio, reduzindo a dependência de parceiros tradicionais.
A China permanece como o maior comprador do agronegócio brasileiro, especialmente da soja, enquanto União Europeia e países emergentes registraram aumento nas importações. O avanço reforça o papel estratégico do setor na economia nacional, responsável por grande parte do superávit comercial, e demonstra sua capacidade de adaptação mesmo em um cenário global mais restritivo.
