EUA retiram sanções contra Alexandre de Moraes e sua esposa impostas pela Lei Magnitsky

 


O governo dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira (12/12) a retirada das sanções aplicadas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, à sua esposa, Viviane Barci de Moraes, e à empresa da família.

 As penalidades haviam sido impostas com base na Lei Magnitsky, legislação norte-americana que permite punir estrangeiros acusados de supostos atos de corrupção ou violações de direitos humanos.

As sanções, implementadas inicialmente em meados de 2025, determinavam bloqueio de bens e contas mantidas em território americano, além de restringirem qualquer relação financeira entre os sancionados e cidadãos ou empresas dos Estados Unidos.

A inclusão de Moraes na lista ocorreu após sua atuação como relator no processo que resultou na prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e na condenação dele e de aliados. A medida gerou forte repercussão diplomática entre Brasília e Washington.

Segundo informações, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia solicitado diretamente ao presidente norte-americano Donald Trump a retirada das punições.

 O pedido fazia parte de um movimento de aproximação política e diplomática entre os dois países, e o governo brasileiro esperava que fosse atendido diante do novo contexto das relações bilaterais.

Com a decisão anunciada nesta sexta-feira, as sanções impostas ao ministro, à esposa e à empresa da família — aplicadas entre julho e setembro deste ano — foram totalmente revertidas, encerrando os efeitos das medidas adotadas anteriormente.

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