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O motorista, conhecido como Baturé, relatou que a demora teria ocorrido por falhas administrativas da empresa responsável pelo recebimento da carga. Segundo ele, durante os dias de espera, não havia estrutura mínima no local, como acesso a banheiro, alimentação adequada ou um pátio apropriado para permanência dos caminhoneiros. Além disso, a cada dia surgia uma nova justificativa para o adiamento da descarga.
De acordo com o relato do próprio caminhoneiro, ao ser informado de que teria de aguardar ainda mais tempo, ele decidiu despejar toda a carga de milho no pátio da empresa como forma de protesto contra a situação enfrentada.
Ainda conforme Baturé, após a atitude, o impasse foi resolvido em cerca de 30 minutos. A liberação para descarregar teria ocorrido não apenas para ele, mas também para outros motoristas que estariam aguardando no local há mais de 20 dias. O caminhoneiro afirmou que, caso não tivesse tomado a decisão, provavelmente continuaria parado sem previsão de atendimento.
Nas redes sociais, o caso dividiu opiniões. Enquanto alguns internautas criticaram a atitude do motorista, outros demonstraram apoio, argumentando que caminhão não pode ser tratado como depósito ou armazém e que a demora excessiva para descarregar gera prejuízos financeiros e desgaste aos profissionais da estrada.
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