Um comunicado divulgado recentemente traz esclarecimentos importantes para quem utiliza o Pix como forma de pagamento e tem gerado dúvidas após a circulação de informações distorcidas nas redes sociais. De acordo com o alerta, o sistema continuará funcionando normalmente em 2026, sem qualquer tipo de taxa ou mudança que prejudique o uso cotidiano pelos consumidores.
Ao contrário do que vem sendo divulgado em vídeos e publicações na internet, o Pix não passará a ser monitorado automaticamente pela Receita Federal, nem haverá cobrança de impostos apenas pelo uso da ferramenta. Especialistas explicam que essas afirmações são falsas e têm causado confusão entre os usuários.
O que existe, na prática, é uma obrigação já prevista em normas fiscais: instituições financeiras e plataformas de pagamento devem informar ao Fisco movimentações financeiras acima de valores determinados, regra que vale tanto para bancos tradicionais quanto para fintechs. A medida tem como objetivo reforçar o combate à sonegação e a crimes financeiros, sem impactar diretamente o cidadão que utiliza o Pix para compras ou transferências comuns.
Além disso, o Banco Central tem promovido melhorias na segurança do Pix, principalmente para facilitar o rastreamento de golpes e a recuperação de valores em casos de fraude. Essas ações, no entanto, não estão relacionadas a controle tributário ou fiscalização individual dos usuários.
Com isso, a orientação é para que a população fique atenta a boatos e continue utilizando o Pix normalmente, já que o meio de pagamento segue gratuito, rápido e seguro.
