![]() |
| Com informações da Rádio Web Voz Erechim |
Um senador alinhado ao bolsonarismo e filiado ao Partido Novo, conhecido por defender publicamente a redução do Estado sob o argumento de que ele “apenas gera custos ao Brasil”, chama atenção por um dado contraditório em sua trajetória no Congresso Nacional: nos últimos anos, nenhum projeto de lei de sua autoria foi aprovado.
A informação tem sido usada por críticos para questionar a efetividade da atuação parlamentar de representantes da extrema direita, que frequentemente se destacam mais por discursos contundentes, confrontos ideológicos e embates nas redes sociais do que pela produção legislativa concreta.
No Parlamento, esse grupo tem concentrado grande parte de seus esforços em mobilizações políticas e na defesa de um ex-presidente que se encontra inelegível e atualmente preso, deixando em segundo plano a formulação e aprovação de propostas que resultem em políticas públicas ou melhorias diretas para a população.
Para analistas, o cenário evidencia um descompasso entre o discurso adotado em campanhas e pronunciamentos e a prática legislativa efetiva. Embora o senador mantenha forte presença no debate político e midiático, os resultados práticos de sua atuação — medidos pela aprovação de projetos — permanecem praticamente inexistentes.
O contraste reforça o debate sobre o papel do parlamentar no Congresso e levanta questionamentos sobre a prioridade dada ao confronto político em detrimento da entrega de resultados concretos para os eleitores e para o país.
