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A moda cansou do salto alto — e resolveu calçar algo mais confortável. O resultado é um boom global dos tênis. | ||
No mundo, as vendas da categoria devem ter chegado perto de R$ 1 trilhão (US$ 179 bilhões) em 2025, com a China liderando o consumo. Mas poucos mercados surfaram tão bem essa onda quanto o Brasil. | ||
Por aqui, a venda de tênis deve fechar o ano em R$ 21,6 bilhões, alta de 15% sobre 2024 e impressionantes 84% em cinco anos. | ||
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Esses modelos viraram coringa: Funcionam no escritório, no happy hour e no fim de semana. Não à toa, atraíram marcas como Lupo, Live! e Anacapri. No grupo Azzas 2154, os sneakers já respondem por 40% das vendas da Anacapri; na Schutz, chegam a 25%. | ||
Mas não pense que o hype é somente estilo. A busca por conforto, a cultura fitness e o crescimento das corridas de rua — que já chegam a 8.500 eventos por ano no Brasil — ajudaram a mudar hábitos. | ||
Bottom-line: Esse apetite também explica movimentos bilionários lá fora, como a compra da Skechers por investidores do 3G Capital, liderados por Jorge Paulo Lemann, em um deal de US$ 9,4 bilhões. | ||
