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O caso Master tem ganhado uma nova atualização a cada dia. O capítulo mais recente desta trama envolve operação na casa de Daniel Vorcaro e desentendimentos entre a Polícia Federal e o Supremo. | ||
Contexto: Ontem pela manhã, a Polícia Federal cumpriu 42 mandados de busca em endereços ligados a Daniel Vorcaro, familiares e empresários próximos na segunda fase da operação Compliance Zero. | ||
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Nela, foram apreendidos carros de luxo, relógios, armas, quase R$ 650 mil em espécie e mais de R$ 5,7 bilhões em bens bloqueados. | ||
Mas o ponto-chave da história está aqui | ||
Ao autorizar a operação, o ministro Dias Toffoli determinou que todo o material apreendido fosse enviado ao STF, gerando alerta da PF e da PGR sobre o risco de perda de dados. | ||
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Como resposta, a PF argumentou que precisava extrair e analisar rapidamente celulares e dispositivos, algo incompatível com o material “lacrado” no Supremo. A pressão funcionou. | ||
Horas depois, Toffoli recuou. O ministro determinou que os bens e arquivos apreendidos ficassem sob guarda da PGR, que tem estrutura própria de perícia. Contudo, a Polícia Federal não terá acesso a eles no momento. | ||
Bottom-line: Em meio a esse vai e volta, senadores da oposição protocolaram um pedido de impeachment de Toffoli do STF. O argumento é de que o ministro cometeu crimes de responsabilidade em sua atuação no caso Master. | ||
