Operação policial apreende drone agrícola de R$ 200 mil e detém quatro suspeitos em Maringá
Grupo é investigado por suposto golpe envolvendo compra e revenda de drones agrícolas
Uma operação policial realizada na manhã desta quinta-feira (30) resultou na apreensão de um drone agrícola avaliado em cerca de R$ 200 mil e na detenção de quatro homens no município de Maringá, no norte do Paraná.
A ação foi conduzida por equipes da Delegacia de Estelionato e da Delegacia de Homicídios de Londrina, com apoio da Polícia Civil de Maringá. Os suspeitos foram abordados em um posto de combustíveis às margens da rodovia PR-317, na saída para Campo Mourão.
Abordagem ocorreu antes de negociação
No local, os policiais encontraram o drone sendo transportado na carroceria de uma Fiat Fiorino. Além do equipamento, também foram apreendidos dois veículos utilizados pelo grupo: um Ford Fusion e um Hyundai Elantra.
Segundo as investigações, os quatro homens — residentes em Maringá, Sarandi e Cascavel — são suspeitos de envolvimento em um esquema de estelionato relacionado à compra e posterior revenda de drones agrícolas.
As apurações indicam que o grupo teria ido até Londrina para adquirir o equipamento em uma loja especializada. O pagamento, conforme a polícia, foi realizado com um cartão de crédito pertencente a outra pessoa.
Suspeita de fraude no pagamento
Após a transação, o titular do cartão contestou a compra junto à instituição financeira, levantando indícios de fraude. Apesar de o drone possuir nota fiscal, o documento também está sendo analisado pelas autoridades para verificar possível irregularidade na aquisição.
As equipes policiais já acompanhavam a movimentação dos suspeitos, que retornaram a Maringá com a intenção de concluir uma nova negociação envolvendo o equipamento. A abordagem ocorreu antes que a venda fosse finalizada, no momento em que um possível comprador aguardava no local.
Caso segue em investigação
Os quatro detidos foram encaminhados à Delegacia da Polícia Civil de Maringá, onde permanecem à disposição da Justiça. A investigação continua para apurar a possível participação de outras pessoas no esquema.
Fonte: andrealmenara
