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O comprometimento de renda das famílias atingiu em outubro o maior patamar desde 2011 — 29,4% (ou 27,2% sem contar imóvel). | |
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Por que piorou: Combinação perfeita de tempestade — Selic em 15%, juros do sistema financeiro em 31,9% ao ano, e o rendimento real das pessoas desacelerando. O crédito cresceu muito nos últimos anos, agora virou uma bomba-relógio. | |
O efeito dominó: Com renda comprometida, vem o endividamento em alta (49,3% em outubro) e a inadimplência pressionada. Os bancos estão preocupados. | |
Por que isso importa: 2026 pode trazer algum alívio — a expectativa é redução da Selic. Mas tem um porém: o mercado de trabalho pode enfraquecer. O Goldman Sachs avisa que as condições de crédito ficarão desafiadoras. Resumindo: brasileiros estão apertados, e a festa do crédito fácil acabou. |
